Sindicato de Atletas São Paulo
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Aos 90 anos, Russo volta ao XV de Piracicaba e participa de palestra do Sindicato de Atletas SP

Mauro Costa e Osmir Baptista visitaram o Nhô Quim e União Mogi

01, AGOSTO 2017 às 07:17:11

Atletas do União Mogi em reunião com representantes sindicais (foto: divulgação/SAPESP)

Fabio Giannelli | Redação SAPESP

Seguindo o cronograma de visitas aos elencos de todo o estado, o Sindicato de Atletas Profissionais de São Paulo se reuniu nos dias 19 e 20 de julho com os jogadores do União Mogi e XV de Piracicaba, que disputam a Segunda Divisão (Série B) e a Copa Paulista respectivamente.

O primeiro encontro aconteceu no União Mogi. Mauro Costa e Osmir Baptista já haviam se reunido com alguns atletas do elenco após uma denúncia falsa de atrasos salariais chegar ao sindicato. O clube, então, abriu as portas e a dupla retornou para ministrar a palestra sindical.

No dia seguinte, o compromisso foi em Piracicaba. Os atletas do Esporte Clube XV de Novembro, que disputam a Copa Paulista, receberam os sindicalistas no vestiário do estádio Barão de Serra Negra, acompanhados de uma figura lendária do clube (ver abaixo), o ex-atacante Russo, 90.

Atualmente advogado e conselheiro fiscal do Sindicato de Atletas de São Paulo, José Maria Cervi fez questão de prestigiar a visita e retornar ao vestiário onde fez história no futebol.

COMO FOI O GOL? (FONTE: WIKIPEDIA)
Na tarde do dia 28 de agosto de 1949, no campo da rua Regente Feijó, em Piracicaba, XV de Piracicaba e Santos F.C disputavam uma partida válida pelo Campeonato Paulista daquele ano. Aos 41 minutos do segundo tempo do jogo, o XV perdia para o Santos por 2 a 1, quando o lendário lance aconteceu.

Escanteio para o XV de Piracicaba, e Russo é encarregado da cobrança. Ventava muito, ele cobrou muito alto. Antes que qualquer outro jogador tocasse a bola, Russo correu para a área no meio dos outros jogadores, subiu de cabeça e fez o gol de empate. O árbitro da partida, o inglês Percy Snap, atrapalhado, validou o lance irregular.

"Faltavam 3 minutos para o fim do jogo e estávamos perdendo por 2 a 1. Teve então um escanteio e eu cobrei. Bati na bola e sai correndo em direção a área para pegar o rebote. Mas estava ventando um pouco. Quando vi, antes de a bola bater em alguém, cabeceei. Caí com ela dentro do gol”, recorda Cervi. 



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